Fui assim ao churrasco de casamento do meu primo ontem. E agarrei e dei muitos cheirinhos na minha afilhada linda! :-)
domingo, 23 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Armário da Lual: E o mundo não se acabou
bom fim de semana pra vocês! e feliz natal, caso eu não consiga postar looks por esses dias.
blusa renner
calça c&a
sandália sollas
bolsa monica croisfelt
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Armário da Lual: Vestido florido
com o vestido que ganhei do neguinho no dia que ele me pediu em casamento. =D era dia dos namorados.
vestido pepper
bolsa e sandália sollas
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Armário da Lual: Festa ontem e pressa hoje
hoje levantei da cama rapidinho e acabei repetindo esse look praticamento todinho.
blusa e saia mercatto
sandália e bolsa sollas
óculos do neguinho ray-ban
ontem eu tive uma festa pra ir de última hora e não estou cabendo nas minhas roupas de festa. resolvi incrementar meu vestidinho estampado novo com sapato e bolsa dourados e fui assim:
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Armário da Lual: Look de Brasília
pra quem ainda não sabe, antes de vir para o Rio eu morei em Brasília por 18 anos. então, a maior parte da minha vida foi por lá. adoro e sinto muita falta da cidade. hoje eu vesti essa calça jeans e não pensei em outra coisa! brasília é a cara de uma calça jeans. não sei se tem outro lugar no mundo em que as pessoas usem mais calça jeans do que lá! hehehehehe deve ter, mas é que aqui no Rio é tão diferente... =D vesti e fiquei morrendo de saudades de casa e das amigas.
blusa renner
calça c&a
sandália e bolsa sollas
óculos emprestado do marido ray-ban
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Armário da Lual: Gonzagão e João Cabral
no fim de semana eu fiz essas duas tattoos que estava querendo faz um tempão. ganhei um din din extra de bônus natalino da empresa e parti pro abraço!! amei. uma é uma frase do João Cabral de Melo Neto em Morte e Vida Severina e a outra um trecho da música A Morte do Vaqueiro do Gonzagão.
segunda pele lojas americanas
blusa de renda c&a
saia bazar do centro espírita
sandália e bolsa sollas
"— Severino retirante,
deixe agora que lhe diga:
eu não sei bem a resposta
da pergunta que fazia,
se não vale mais saltar
fora da ponte e da vida;
nem conheço essa resposta,
se quer mesmo que lhe diga;
é difícil defender,
só com palavras, a vida,
ainda mais quando ela é
esta que vê, severina;
mas se responder não pude
à pergunta que fazia,
ela, a vida, a respondeu
com sua presença viva.
E não há melhor resposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida;
mesmo quando é assim pequena
a explosão, como a ocorrida;
mesmo quando é uma explosão
como a de há pouco, franzina;
mesmo quando é a explosão
de uma vida severina."
"A Morte do Vaqueiro
Luiz Gonzaga
Numa tarde bem tristonha
Gado muge sem parar
Lamentando seu vaqueiro
Que não vem mais aboiar
Não vem mais aboiar
Tão dolente a cantar
Tengo, lengo, tengo, lengo,
tengo, lengo, tengo
Ei, gado, oi
Bom vaqueiro nordestino
Morre sem deixar tostão
O seu nome é esquecido
Nas quebradas do sertão
Nunca mais ouvirão
Seu cantar, meu irmão
Tengo, lengo, tengo, lengo,
tengo, lengo, tengo
Ei, gado, oi
Sacudido numa cova
Desprezado do Senhor
Só lembrado do cachorro
Que inda chora
Sua dor
É demais tanta dor
A chorar com amor
Tengo, lengo, tengo, lengo,
tengo, lengo, tengo
Tengo, lengo, tengo, lengo,
tengo, lengo, tengo
Ei, gado, oi
E... Ei..."
"— Severino retirante,
deixe agora que lhe diga:
eu não sei bem a resposta
da pergunta que fazia,
se não vale mais saltar
fora da ponte e da vida;
nem conheço essa resposta,
se quer mesmo que lhe diga;
é difícil defender,
só com palavras, a vida,
ainda mais quando ela é
esta que vê, severina;
mas se responder não pude
à pergunta que fazia,
ela, a vida, a respondeu
com sua presença viva.
E não há melhor resposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida;
mesmo quando é assim pequena
a explosão, como a ocorrida;
mesmo quando é uma explosão
como a de há pouco, franzina;
mesmo quando é a explosão
de uma vida severina."
"A Morte do Vaqueiro
Luiz Gonzaga
Numa tarde bem tristonha
Gado muge sem parar
Lamentando seu vaqueiro
Que não vem mais aboiar
Não vem mais aboiar
Tão dolente a cantar
Tengo, lengo, tengo, lengo,
tengo, lengo, tengo
Ei, gado, oi
Bom vaqueiro nordestino
Morre sem deixar tostão
O seu nome é esquecido
Nas quebradas do sertão
Nunca mais ouvirão
Seu cantar, meu irmão
Tengo, lengo, tengo, lengo,
tengo, lengo, tengo
Ei, gado, oi
Sacudido numa cova
Desprezado do Senhor
Só lembrado do cachorro
Que inda chora
Sua dor
É demais tanta dor
A chorar com amor
Tengo, lengo, tengo, lengo,
tengo, lengo, tengo
Tengo, lengo, tengo, lengo,
tengo, lengo, tengo
Ei, gado, oi
E... Ei..."
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Armário da Lual: Ar condicionado
instalei meu primeiro
vestido feira do lavradio
cinto que veio com o short vermelho renner
sapato sollas
bolsa cantão
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